Bem-vindos a 2026! Janeiro começou com o cenário clássico das cidades brasileiras: manhãs de sol intenso e tardes de tempestades. Para a estrutura do seu imóvel, essa combinação é um teste de resistência extremo conhecido como choque térmico.
Se você notou novas manchas de umidade, bolhas na pintura interna ou o agravamento de fissuras nesta semana, você não está sozinho. Entenda por que isso acontece e como proteger seu patrimônio de forma definitiva.
1. O Efeito “Sanfona” nas Fachadas
As paredes externas dos edifícios e casas sofrem uma dilatação enorme sob o sol de 35°C. Quando a chuva de verão atinge essa superfície quente, ocorre uma contração brusca. Esse movimento repetitivo faz com que microfissuras se tornem fendas de infiltração.
2. A Água Não Perdoa a Falha de Vedação
Uma vez que a fissura se abre, a pressão do vento durante as tempestades empurra a água para dentro da alvenaria. O resultado?
Paredes internas estufadas;
Mofo e bolor que surgem “do nada”;
Comprometimento do reboco e da estrutura.
3. Como Resolver: Além da Pintura Comum
Não adianta apenas pintar por cima. Para vencer o choque térmico de 2026, a solução exige materiais com memória elástica.
Tratamento de Trincas: Uso de selantes de Poliuretano (PU) que acompanham a movimentação da fissura sem romper.
Pintura Impermeabilizante: Aplicação de membranas acrílicas de alta flexibilidade (tinta emborrachada) que criam uma pele protetora sobre a fachada.
4. O Material Certo para Cada Desafio
Identificar se o seu problema é estrutural ou apenas de acabamento é o primeiro passo para não jogar dinheiro fora.
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